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5 de outubro de 2011

Mortal Kombat 2.5 - Vídeo comentado

Pois é, eu acho que muitos de vocês já devem ter ouvido falar da hack Mortal Kombat 2.5.

Esse vídeo, cedido pelo Point Games Brasil mostra o cartucho funcionando num Super Nintendo real.

É interessante ver como os personagens (Com exceção do Shao Khan) funcionam bem na hack. Porém, ao escolher um dos "Novos personagens", note que a dificuldade aumenta muito. O resto você confere no vídeo.

Não sei que quiseram dizer com aquele trailer do Killer Instinct Gold...


9 de maio de 2011

Censura no jogo Ardy Lightfoot

O jogo Ardy Lightfoot sempre foi um dos meus platforms favoritos do Snes, mas confesso que dessa eu não sabia.

O jogo foi lançado em 1993 no Japão, e na América só em 1994. Porém, o jogo precisou ter uma de suas partes censurada. Mais precisamente, na sexta cena.

Antes dessa fase, a ladra Catry havia roubado uma das pedras sagradas que Ardy havia pego. Na sexta fase, ambos são engolidos por um monstro.

Na versão Americana, nesta fase, você encontra Catry desmaiada, enquanto Ardy recupera a pedra.

Porém, na versão japonesa, Catry aparece morta, representada por uma pilha de ossos, enquanto algumas gotas de ácido caem sobre ela. Por algum motivo, o corpo dela foi censurado na versão americana. Confira:


Estranho não? Acho que a versão americana fez bem em censurar essa cena...


21 de abril de 2011

Entrevista com Dori Prata

Hoje eu fiz uma entrevista com Dori Prata, webmaster do site Vida de Gamer. Além disso, também posta no blog Meio Bit, onde publica seus textos na coluna Meio Bit Games, e também é colaborador do site Techtudo.

Nessa pequena entrevista, conversamos sobre vários assuntos, que interessam tanto aos gamers antigos como os atuais. Acompanhe:

Alexandre: Há quanto tempo você se considera um gamer?

Dori Prata: Desde que me lembro. Acho que comecei a jogar com 4 anos de idade, ou seja, lá por volta de 1985.


Alexandre: Qual foi o primeiro console que você possuiu?

Dori Prata: Um Atari, e de lá para cá foram muitos outros, incluindo portáteis, videogames que fracassaram e tantos outros que foram um tremendo sucesso.


Alexandre: Na sua opinião, o que é ser um Retrogamer?

Dori Prata: Acho que para ser um retrogamer, mais importante do que apenas gostar de jogos antigos e não se incomodar com gráficos que podem ser considerados defasados, é tentar manter viva a história dos games, mantendo uma coleção de títulos antigos e respeito a importância deles para a indústria.


Alexandre: Você já passou algum tipo de preconceito por ser gamer? Acha que isso ainda existe hoje em dia?

Dori Prata: Tento não me incomodar muito com isso, mas ainda hoje muitas pessoas olham os gamers como desocupados ou como crianças. Como já aconteceu isso, mas nunca dei muita atenção.


Alexandre: Existem muitos jogos que causam polêmica pela violência principalmente. Já tivemos o caso do Doom, do GTA e do Call Of Duty, a famosa cena do aeroporto. Você acha que jogos podem incentivar as pessoas na vida real?

Dori Prata: Eu penso que qualquer coisa pode influenciar uma pessoa desequilibrada ou com alguns tipos de problemas psicológicos, desde um jogo, até um filme, livro ou mesmo fatos que acontecem na vida de qualquer um de nós, como uma simples discussão.


Alexandre: Última pergunta: O Brasil é considerado por muitos como um dos países em que mais se pratica a pirataria de jogos. Na sua opinião, como isso afeta os gamers brasileiros?

Dori Prata: De todas as maneiras possíveis. Ao lado dos impostos e da falta de formação, a pirataria é um dos principais responsáveis pelo crescimento lento da nossa indústria e acredito que enquanto as pessoas por aqui não se derem conta do quanto a pirataria atrapalha as produtoras, ainda ficaremos por muitos anos vivendo como um mercado de secundário.



10 de março de 2011

Killer Instinct - Original

Um dos meus jogos prediletos para Super Nintendo. Lembro que o meu amigo tinha o jogo original e com ele também o CD. E infelizmente o sujeito não o possuí mais, mas, felizmente, temos a Internet.



Pelo que eu vi nas outras imagens, o estado da fita está perfeito, só não sei se vem com o manual, a caixa original e etc. É, eu não esperaria pelo CD.

Clique aqui se você quiser mais informações ou comprar o jogo.

6 de março de 2011

Revolution X


Produtora: Acclaim

Ano De Lançamento: 1995

Gênero: Tiro

Revolution X é um jogo estrelado pelo grupo musical Aerosmith. Aparentemente, no jogo você estará realizando missões dadas pelos membros da banda. É possível jogar com 2 jogadores ao mesmo tempo.

Neste game, você verá tudo em primeira pessoa. Usando a Super Scope (Ou o Mouse, no emulador), você terá que atirar em todos os inimigos que surgirem no caminho. Sejam eles soldados ou tanques de guerra. Também poderá destruir várias partes do cenário.

Além das balas, você também poderá atirar CDs em seus inimigos. Sim, CDs musicais. Às vezes, ao destruir determinado item na fase, você verá pequenos CDs musicais aparecerem. Ao atirar neles, você os ganha. Eles são um pouco mais fortes que as balas normais.


Eu não entendo muito de música, mas ao que parece, todas as canções do game pertencem ao Aerosmith. Há também cenas dubladas no jogo, coisa meio difícil de se ver em jogos 16 bits.

Revolution X pode até ser divertido. Realmente, após algum tempo jogando, você começa a se empolgar, e quer matar todos os inimigos que surgem na tela. Ao iniciar o game, você conta com 25 continues. Pode parecer muito, mas não sei se é o bastante para terminar o jogo tranquilamente... Acredite.

Prós: Quem gosta de Rock vai gostar da trilha sonora. Bom trabalho de dublagem, e, o jogo é de certa forma interessante.

Contras: Eu não gostei dos gráficos. E, embora divertido, pode enjoar depois de um tempo. Quando há muita ação, o jogo fica lento.

Considerações finais: Revolution X não é tão ruim como dizem por aí. Ainda mais se você tiver um amigo para jogar com você. Acredite, é tiro pra todo lado.