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22 de maio de 2010
Download de jogos em Flash
Principais características
* Download dos jogos em flash para seu computador;
* Biblioteca online com link para download de vários jogos;
* Organização de todos os jogos baixados em uma galeria bonita e de fácil uso;
* Você pode criar um site de jogos online de graça e de forma fácil.
Download dos jogos
Com o pegaJogo, você encontra com um click jogos online e faz o download de todos eles para o seu computador. O PegaJogo permite a você jogá-los direto de seu computador, sem ter que esperar carregar toda vez que quiser jogar. Os jogos passam a ser seus e mesmo que o site tire o jogo do ar, você fica com ele seguro em seu computador.
Biblioteca online com muitos jogos para baixar
Com o PegaJogo você tem uma ferramenta de busca de jogos online. Você não precisa sair procurando aquele jogo que gosta para baixar. O PegaJogo identifica jogos na maioria dos sites de jogos online, e com uma simples busca, em um só lugar, você encontra o jogo que procura. E com mais um clique faz o download para seu computador. Você nunca mais precisará da Internet para jogar este jogo. Simples, fácil e rápido.
Tudo organizado
O PegaJogo também organiza todos os seus jogos, de forma que você consiga acessá-los rapidamente quando quiser jogar. Mesmo que você tenha baixado milhares de jogos, ficam todos em uma lista limpa e clara, separados em categorias.
Crie seu site de jogos
Após baixar seus jogos favoritos, basta escolher um nome para seu site. O Pega Jogo cria seu site na Internet e você e seus amigos poderão acessá-lo de qualquer lugar do mundo através da Internet.
Clique aqui para baixar o PegaJogo.
1 de dezembro de 2009
Math Blaster
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Gênero: Outros
Ano de lançamento: ?
Poucas vezes eu usei a frase ''quando já pensamos que já vimos de tudo'' para iniciar uma análise. Entretanto, dessa vez a mesma terá que ser utilizada. Quando já pensamos que já vimos de tudo, descobrimos jogos que, pelo menos naquela época, muita gente nem imaginava que existia. Matemática e Super Nintendo juntos? Pois é...
Na verdade, Math Blaster não é o primeiro jogo educativo que vimos para SNES. Já vimos: Captain Novolin (que explica e ensina sobre Diabetes), Mario's Time Machine (que foge totalmente da proposta da série e ensina fatos históricos), Mickey's Playtown Adventure - A Day of Discovery (que ensina coisas básicas para crianças), Liberty or Death (fala sobre a idependencia dos USA, pelo que eu entendi) e alguns outros que me fogem a memória agora. Mas o fato é: Math Blaster chega até ser divertido, diferente dos outros.
Dá para ver que a idéia do jogo foi bem válida, pois quantas vezes os seus pais mandaram você desligar o vídeo-game para estudar? Math Blaster é um jogo que com certeza que toda mãe gostaria que seus filhos jogassem. Agora a garotada, não sei não.
Prós: jogo interessante e original.
Contras: Trilha sonora realmente irritante.
Considerações finais: Eu a princípio achei o jogo mediano, mas depois de um tempo jogando percebi que era até divertido. Sem contar que, na pior das hipóteses, você pelo menos aprenderá jogando. E é só pegar uma tabuada que terá um excelente detonado em mãos.
30 de novembro de 2009
Tetris 2

Gênero: Puzzle / Outros
Ano de lançamento: 1989
Tenho quase certeza que o jogo Tetris é um dos mais populares do mundo. Quem nunca teve aqueles mini-games que, além do clássico, vinha mais umas 8 (tinha até aqueles com 100) variações do game, que na época entretia bastante a garotada. O jogo que fora criado em 1984 teve e ainda tem títulos lançados para vários consoles, principalmente para o Super Nintendo. E quem pensava que o mundo do Puzzle-16bit só se resumia em Tetris Attack, se enganou fortemente.
Tetris 2 sai totalmente da linha tradicional da série. Agora o jogador terá que usar o raciocínio e quebrar, encaixando as peças nas cores correspondentes, três quadrados brilhantes embaixo de um monte de peças. Apesar do objetivo parecer meio fácil, com o passar do jogo a jogabilidade vai se tornando mais desafiadora pois, ao passar de fase, a velocidade e quantidade de peças vai aumentando. Toda vez que você passar de 10 fases, aparece uma pequena cena de dois irmãos tentando fazer alguma coisa. É uma coisa realmente engraçada no jogo.

E sem contar o modo Puzzle que desafia totalmente o poder de raciocíona do player. Você terá que resolver charadas em uma jogada só, diferindo do modo em Tetris Attack que, além de possuir várias jogadas (em alguns casos), havia a possibilidade de voltar o movimento, caso o jogador quisesse.
O ponto forte do jogo são os gráficos (no caso os cenários) e a trilha sonora, que me lembra - não sei porquê-, jogos de cassino.
Prós: trilha sonora, gráficos
Contras: Dificuldade acentuada
Considerações finais: Apesar do jogo possuir alguns atributos diferenciais, Tetris continua sendo Tetris. Para aqueles que gostam, o jogo é um prato cheio. E para aqueles que não são muito chegados no gênero, até que dá para se divertir sim.
14 de outubro de 2009
Blazeon
Fabricante: AtlusGênero: Scrolling Shooter / Outros
Ano de lançamento: 1992
Além das clássicas plataformas, o Super Nintendo também se supereu em seus scrolling shooters. Esses jogos de naves que simplesmente viciam qualquer um. E Blazeon não é diferente. E, apesar de ter ganho uma nota baixíssima (2 de 10) na Thunderbolt Games, o jogo se mostra divertido.
A primeira impressão é de que estamos jogando algo da série Gradius: inimigos loucos, tiro a toda instante e gráficos bastante coloridos. Mas depois de vermos os cenários poucos preenchidos, temos certeza que não estamos jogando nenhum título do clássico Gradius. Apesar que os backgrounds são dignos de um excelente jogo de nave.


A jogabilidade é aquela que conhecemos, mas com poucos elementos atraentes para o jogador, que não terá que fazer nada além de esquivar dos milhares de tiros e inimigos que aparecem a todo momento na fase. Não há bombas ou "Powers" circulando pela fase. E na minha concepção, o upgadre nesse jogo é um mistério.
É claro que nós temos uma vasta seleção de Scrolling Shooters para SNES, mas nunca é tarde para conhecermos - ou redescrobirmos - velhas-novidas do gênero. Que tem como seu dono Space Megaforce. Que para ser sincero, merecia uma análise mais profunda...
Prós: Dificuldade acentuada.
Contras: Jogo pobre.
Considerações finais: Pode até ser engraçado, mas a dificuldade acentuada é um pró nesse jogo. Que não tem nada demais em relação com os demais, mas que não deixa de entreter o jogador.
2 de outubro de 2009
Battle Clash

Gênero: Simulador / Tiro
Ano de lançamento: 1992
Número de jogadores: Até 2 players
Battle Clash (Space Bazooka no Japão) é um jogo desenvolvido pela Nintendo juntamente com a Intelligent Symtens, que utiliza o Super Scope como controle. Para quem não sabe, a Super Scope é uma espécia de controle-arma usado em alguns jogos de tiro. O jogo tem uma continuação também para Super Nintendo: Metal Combat: Falcon's Revenge.
Em um futuro muito distante, o planeta Terra vive em caos, que é a única política que governa o mundo. Toma o controle da situação quem vencer a Battle Game, onde oodos os guerreios tem seus Standing Tanks (que são robos gigantes - ST). Com a morte do seu pai pelo atual campeão Anubis, Mike Anderson tem que derrotar os subordinados do campeão para assim vingar a morte de seu pai.


Bsttle Clash é um jogo diferente e interessante, por conta da Super Scope (que pode ser acionada em Devices no ZSNES). Ao redor do mundo, o jogador tem a missão de destruir cada inimigo em um batalha onde a precisão é o ponto forte da luta. Com uma super arma, você terá que achar o ponto fraco de seu oponente e assim o derrotar. Por mais difícil que seja acerta-lo.
O jogo tem ótimos gráficos e uma excelente trilha sonora. A dificuldade acentuada, por conta da velocidade dos inimigos, é um ponto positivo no jogo. Suprindo assim o ponto negativo do game ser tão curto. E, de certa forma, fácil. Não menos divertido, é claro.
Prós: Gráficos, jogabilidade, trilha sonora.
Contras: O jogo é bem curto.
Considerações finais: Battle Clash apesar de ser curto é um ótimo jogo. Imagina só jogar com aquela Super Scope? A diversão deve ser dobrada!
Curiosidades: A versão japonesa, que foi lançada em 93, tem elementos diferentes das outras versões. Como finais alternativos, por exemplo. Ao terminar o jogo, você verá um código que habilitará o controle.
19 de setembro de 2009
Gakkou de Atta Kowai Hanashi
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Fabricante: Pandora Box
Ano de lançamento: 1995
Gênero: Outros
Este jogo, como devem ter percebido saiu apenas no japão. Eu particularmente não entendi nada desse jogo.
Na abertura, vemos algumas crianças se divertindo, jogando bola, quando suas sombras se transformam em monstros. Ou seja, um game de terror. Seria até interessante jogá-lo, pois parece bem assustador. Infelizmente, não achei tradução.
O jogo é basicamente formado por imagens e textos, onde algumas vezes você seleciona alguma opção para continuar. Dependendo da opção, você será levado a diferentes telas. Bem, eu nem vou falar muito do jogo, pois não consegui entendê-lo.
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Eu não colocarei os prós e contras desse jogo, mas gostaria que vocês tentassem jogá-lo, e quem sabe, entendê-lo melhor do que eu. No fundo, me parece um game interessante, já que jogos de terror faltam bastante no SNES.
6 de agosto de 2009
Great Waldo Search, The
Produzido por: Jeff Barry, Richard GoldsmithGênero: Outros
Ano de lançamento: ???
O objetivo do jogo é óbvio: você terá que encontrar Wally (Waldo) em cenários coloridos e exóticos, cheio de pessoas e etc. Mas a busca não se resume só nisso. Tem também seu cachorro e pergaminhos para serem encontrados na fase; o cachorro te leva para uma fase bônus e você terá que pegar todos os pergaminhos para entregar ao mago no final do jogo. E claro, isso tudo dentro de um tempo, que pode ser prolongo ao pegar relógios pela fase. Você terá que ter cuidado ao pressionar a lupa em um lugar errado, senão boa parte de seus segundos vão embora.
Para normal o jogo é muito fácil, pois os personagens ficam em posições óbvias nas fases. Entretanto, no modo Expert, o game muda de cara. Waldo fica mais dificil de ser encontrado, etc. E em algumas partes, ao pegar um relógio, você terá que achar um determinado personagem naquela tela, seguindo uma pista.
O mais desafiador do jogo é o "modo Wally", onde você terá que encontrá-lo em um cenário cheios de... Wally's. A dificuldade sobre umas 10x. E isso torna o jogo mais interessante.
Prós: O jogo é diferente, divertido.
Contras: Pouquíssimas fases. No modo Normal, o jogo é muito fácil.
Considerações Finais: Para quem é fã da série de livros Onde está Wally? o jogo é um prato cheio. Se bem que poderia ser melhor elaborado...
20 de maio de 2009
Mickey's Ultimate Challenge
28 de abril de 2009
Popeye - Ijiwaru Majo Sea Hag no Maki
Fabricante: Technos Japan Corp.001.png)
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6 de abril de 2009
Jaki Crush
Fabricante: NaxatGênero: Pinball
Ano de lançamento: 1992
Jaki Crush é o terceiro jogo da série Crush Pinball (Alien Crush e Devil's Crush). Foi lançando para Super Famicom e não chegou a ser lançado fora do país. O jogo aborda a mitologia japonesa sobre demonios e monstros estranhos.
Jaki Crush É um jogo de Pinball bastante diferente. Apesar da jogabilidade ser a mesma dos outros jogos do gênero, o game tem um toque diferencial: ser totalmente obscuro. E quando falo obscuro, é algo medonho mesmo. A mesa é figurada por demonios por todas as partes, onde o jogador terá que acertar para conseguir pontos. Uma coisa interessante é que ao acertar determinadas partes do cenário, vai abrindo fases bônus (totalmente diferentes e mais assustadoras) onde você terá a chance de arrecadar mais pontos.
Como já se podia esperar, a dificuldade de Jaki Crush é altíssima, sendo algumas vezes um verdadeiro desafio manter a bola em jogo. O tabuleiro é divido em três partes, onde a terceira é a mais dificil de ser alcançada, por conta dos obstáculos e monstros que estão espalhados pelo cenário.
Os gráficos e a trilha sonora são outras coisas que chama atenção do jogo. Criando assim, um cenário ideal para uma bela partida de um pinball das trevas.
Prós: Gráficos, Trilha sonora.
Contras: Dificuldade
Considerações Finais: Jaki Crush é um jogo, apesar de medonho, totalmente viciante. Não tem como parar de jogar. Apesar dos objetivos serem um tantos quanto "impossíveis", de certa forma, ainda sim é um belo jeito de se combater o mal. Mesmo que seja numa partida de pinball.
Dica do sempre presente, Jorge Guilherme.
31 de março de 2009
Super SWIV
Fabricante: The Sales CurveGênero: Scrolling Shooter
Ano de lançamento: 1992
Super SWIV é um jogo do gênero Scrolling Shooter lançado primeiramente para Commodore Amiga e Atari ST 16-bits. O jogo é uma continuação não oficial do jogo Silkworm, um clássico do Acarde. Em 1992 foi lançado para Super Nintendo e para Mega Drive, neste se chamado Mega SWIV. Uma curiosidade sobre Super SWIV é que no mesmo ano de 92, foi lançado uma versão melhor do jogo chamado Firepower 2000, sob licença da Sunsoft. O título foi alterado, na versão, o jogo não se chama mais Super SWIV, e sim Firepower 2000. Curioso, não?
Uma raça de humanos que vivem no sub-solo da terra, está promovendo uma guerra para espalhar o caos e a politica deles. E nisso você terá que salvar a terra e todo aquela história que nós conhecemos. Na verdade, esses Scrolling Shooters não são feitos para os jogadores seguirem um enredo, como diz o próprio nome, é atirar e... atirar!
Em Super SWIV (ou Firepower 2000) o jogador tem a opção de controlar um Helicóptero ou um Jipe (para ver a opção, aperte o botão select na tela do menu, e depois aperte para baixo). Os dois veículos tem suas características, sendo o Helicoptero muito mais fácil de se jogar; perdendo em diversão para o Jipe. O automóvel tem a função de atirar para todos os lados da tela, promovendo assim um melhor campo de "fogo" para combater os inimigos. E sem contar o pulo, algo que um helicoptero não pode fazer. Já a aeronave tem as caracteristicas básicas das naves em scrolling shooters.
O gameplay do jogo é diferente para os jogadores (sim, o jogo conta com um jogo multiplayer simultâneo!); aquele que jogar com o Jipe terá mais dificuldade, dentre todos, o maior: os obstáculos presentes no solo. Super SWIV é perfeito para os mais experientes no gênero, pois sua jogabilidade difícil requer uma atenção especial do jogador. Ainda mais quando vem aqueles 10 inimigos dando tiros paralelamente em cima de você, ao mesmo tempo!
O bom é que você tem três tipos de arma para escolher: O míssil, O plasma e o Fogo (Você escolhe qual deseja usar com o botão R/L). Todos eles podem ser encontrados em recipientes amarelos espalhados pela fase, nos quais, só explodidos irão soltar as armas. Ah, e as bombas também!
Prós: Gráficos muito bons!
Contras: Música chata! A dificuldade poderia permanecer a mesma, mas poderia-se ter menos inimigos por frame...
Considerações Finais: Um ótimo jogo do gênero. Apesar de não ter um menu, Super SWIV é capaz de entreter um jogador e proporcionar uma boa direção. Mas já deixo um aviso: tenha ao lado um piloto experiente para controlar um helicoptero, pois entrar nessa guerra sozinho, é perda de tempo!
Dica do sempre presente, Jorge Guilherme.
25 de março de 2009
Spanky's Quest
Fabricante: Natsume, IncGênero: Plataforma / Outros
Ano de lançamento: 1991
Um dos primeiros jogos que eu joguei. Graças ao "Que jogo é esse?" e os comentários vindos de lá, pude me lembrar desse grande clássico, que tanto alegrou minhas tardes de Sábado. Um jogo com elementos simples; uma jogabilidade padrão para um jogo de platarma, só com um diferencial: você não terá que pular na cabeça dos bichos para "mata-los".
Em Spanky's Quest é diferente. Aqui o Macaquinho ataca os inimigos com diferente tipos de bola, que variam de baseball até basketball. Com o botão A o jogador lança a bola no ar, e ao dar cabeçadas nela, a esfera vai mudando de cor e com isso de potêncial e, digamos asssim, de esporte. Cada cor representa um tipo de bola diferente, quanto maior mais forte, diga-se. As cores são: Roxa (Baseball), Verde (Futebol), Amarela (Volleyball) e Laranja (Basketball). Cada bola tem uma propriedade diferente; a melhor de todas é a amarela.
O objetivo do jogo coletar um respectivo número de chaves que são necessárias para abrir a porta que dá passagem ao próximo nível, que ao todo são 10. Spanky's Quest é um jogo fácil, com bons gráficos e uma ótima trilha sonora, que aprenseta uma mistura de jazz com algumas entradas de bateria. Show de bola!
A principio, o jogador poderá achar que Spanky's Quest é um joguinho infantil e até fácil demais. Mas ao passar dos levels, a dificuldade vai aumentando e os inimigos (que são todos tipos de frutas) vão ficando mais espertos. E sem contar os itens que são encontrados no jogo, como por exemplo a cartola que faz a bola ir para a cor laranja com apenas uma cabeçada!
Prós: Boa jogabilidade, gráficos e uma excelente trilha sonora.
Contras: O jogo pode ser enjoativo pela mesmice.
Considerações finais: Spanky's Quest é um excelente jogo para Super Nintendo, apesar de ser tão simples. Um dos meus jogos prediletos que eu estava procurando à anos. Agora deixe-me ir, pois tem uma bola de Volley quicando na minha cabeça tem 15 minutos, e eu preciso dar um jeito nisso.
20 de março de 2009
Thunder Spirits
Fabricante: Technosot / Toshiba EMI
Gênero: Scrolling Shooter / Outros
Ano de lançamento: 1991
Thunder Spirits é um jogo do gênero Scrolling Shooter (famoso jogo de nave) que teve versões para Mega Drive (Thunder Force III) e Acarde (Thunder Force AC). Pelo que parece, a versão para Super Nintendo não teve o mesmo nome dos outros consoles por causa da Sega, que por algum motivo tinha copyright do título do jogo. As versão para Super Nintendo foi a melhor das três, mas nada muito relevante. A diferença mais notável foi algumas mudanças na fase e trilha sonora.
Uma super-nave está sendo atacada e você tem a missão de ajuda-la, destruindo todos os inimigos e ficando cada vez mais forte. Quase a mesma história dos jogos do gênero, que na verdade, não precisam de enredo algum. É só controlar a nave e atirar, essa é a diversão, não é mesmo?
Thunder Spirits não tem nada de "inovador". A jogabilidade continua a mesma que estamos acostumados em ver em outros jogos de nave. Na verdade, eu achei muito parecido com Gradius III, por conta dos inimigos e dos chefões (o fato de ocuparem a tela toda e de ter formatos estranhos). O jogo segue aquela mesma linha, onde o jogador poderá pegar power-ups pela fase para dar um upgrade na nave, podendo ficar até com 5 tipos de armas diferente. O que é total apelação, os tiros cobrem toda a fase, e sem contar as variações de tiro que você pode fazer apertando os botões R / L.
O grande problema do jogo é a dificuldade. Os inimigos aparecem de todos os cantos, rápidos e sempre dando muitos tiros. O que poderá surpreender muitas vezes os pilotos mais distraídos. Ao perder uma vida, uma nave substitui a que foi destruida, como se fosse um esquadrão. Os gráficos são muito bons, e a trilha sonora também. Mas os efeitos sonoros dos tiros são muito chatos!
Prós: Gráficos.
Contras: O jogo possui uma jogabilidade sem noção e efeitos sonoras chatos.
Considerações Finais: Thunder Spirits passa bem longe da lista dos melhores jogos do gênero. É um jogo para ser jogado para conhecer, tentar virar e deixar para lá. Para dizer a verdade, um jogo para ser bom, tem que passar por Sonic Wings, Space Megaforce e Gradius III, e Thunder Spirits não chega nem perto desse universo.
17 de março de 2009
Pilotwings

Fabricante: Nintendo
Gênero: Simulador / Outros
Ano de lançamento: 1990
Pilotwings é um jogo bem diferente dos habituais. O jogo, jutamente com F-Zero, utilizava o Super Nintendo mode 7, que era um recurso que dava aos gráficos a impressão de 3D, criando assim uma grande variedade de movimentos no jogo. A série teve continuação no Nintendo 64, mas em 64 bits, parece que o jogo perdeu um pouco a graça. Pelo menos na minha opinião.
Em Pilotwings o jogador participa de um Clube de "Voadores" e segue lições para efetuar algumas atividades radicais. Radicais no sentindo aereo, é claro. Para passar de classe e ganhar o certificado, você terá quer tirar o pé do chão e realizar as mais loucas manobras (e isso inclui pousar helicopteros!), sem erro nenhum, para assim atingir a pontuação mínima para poder seguir em frente.
Em cada lição há suas modalidades. Por exemplo, na primeira, tem o Light Plane (onde você terá que passar por dentro de uns anéis e depois realizar um pouso perfeito com um avião) e o Skydiving (onde você terá que passar por umas argolas e pousar na area indicada com um paraquedas). E ao conseguir seu certificado, você praticará novas modalidades. E as antigas vão ficando mais complicadas e divertidas.
Na verdade, eu achei meio complicado entender a jogabilidade no começo, controlar o avião no Light Plane, etc. Mas depois que você domina o "gameplay", o jogo é só diversão. Por contar com o Super Nintendo mode 7, Pilotwings tem ótimos gráficos que dão uma impressão fantástica do que você está fazendo.
Entre tantas modalidades, a única que eu não entendi foi a Hang Glider. Nessa modalidade, o jogador faz um voo em uma asa delta e tem que fazer um pouso normal. Mas eu não entendi o que é para fazer enquanto isso. Tà legal, sou noob, eu sei. Continuando...
A única coisa que eu queria a mais no jogo era um modo "pratice", só para ficarmos jogando uma modalidade predileta por tempo indeterminado!
Prós: Bons gráficos e uma ótima jogabilidade. Replay garantido.
Contras: A trilha sonora parece aquelas de jogos de Cassino hacks para NES.
Considerações Finais: Pilowings é uma ótima pedida por possuir uma jogabilidade interessante e totalmente divertida. E sem contar os desafios que só aumentam ao decorrer da fase. Agora eu tenho que ir, vou desligar o notebook e pousar esse avião aqui. Encontro vocês no chão! Fuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!
Extras: Dicas, Salto no Skydiving
5 de março de 2009
Parodius Non-Sense Fantasy
Fabricante: KonamiGênero: Outros
Ano de lançamento: 1992
Parodius Non-Sense Fantasy é o segundo jogo da série Parodius. O jogo consiste em parodiar (como o título diz) jogos da própria Konami, como Twinbee, Lethal Enforcers, Ganbare Goemon e até mesmo Castlevania. E sem contar no jogo principal: Gradius.
Como a maioria pode notar, a jogabilidade de Parodius Non-Sense Fantasy é muito parecida com a de Gradius III, com apenas algumas diferenças. Uma delas, é a opção de escolher os personagens, que agora são 4: Vic Viper (da série Gradius), Octopus, Twinbee e Pentarou. Cada um tem suas características e uma formação bélica diferente (a pior de todas é a do Octopus!). Aqui não podemos mais "configurar" nossas armas, como era possível em Gradius. As formações já são todas determinadas, e são só apenas originais do jogo da série, as do Vic Viper e Pentarou.
Apesar da jogabilidade ser muito parecida e possuir alguns traços de Gradius III (até mesmo o personagem principal!) o jogador perceberá logo a diferença em uma coisa: os gráficos. Parodius Non-Sense Fantasy trás uma cara mais infantil aos jogos do gênero. Personagens coloridos, doces e bichinhos bonitinhos são facilmente encontrados pelas fases. Mas não se engane com essa aparência "fofa", pois senão você vai acabar sendo explodido.
Uma inovação em PNSF são os sinos que aparecem no decorrer do jogo. Quando amarelos, eles dão 500 pontos para somar no score, mas ao atirar neles, eles viram poderosas (e engraçadas) armas. A melhor de todas é uma que o personagem cresce e fica uns 5 segundos imbatível, podendo enconstar em qualquer monstro na tela sem qualquer preocupação.
O jogo conta com um modo chamado Lollipop onde as fases são mais fáceis e os itens aparecem mais. É como se fosse um modo easy, ou até mesmo "fun".
Prós: Ótimos gráficos, jogabilidade e um replay garantido.
Contras: Se você não estiver todo "upado" vai ser dificil sobreviver em algumas partes.
Considerações Finais: Um excelente jogo para Super Nintendo. Um ponto extra em Parodius Non-Sense Fantasy são os chefões. Tirando a medonha mulher gigante, é claro.
Dica do Jorge Guilherme ;)

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