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6 de abril de 2010

AD&D - Eye Of The Beholder


Produtora: Capcom

Ano de lançamento: 1994

Gênero: RPG/Aventura

Bem, primeiramente, a série Dungeons & Dragons foi uma das responsáveis pela explosão do mundo RPG. É uma das séries mais importantes já criadas, e possui milhões de fãs pelo mundo todo. Acabou inspirando filmes, e até mesmo o desenho Caverna do Dragão.

A aventura começa quando 4 guerreiros se apresentam diante do rei, que pede para que eles busquem uma resposta para a origem do mal que assombra o reino. Eles resolvem começar investigando o subterrâneo da cidade, quando um desmoronamento acaba prendendo-os.

Logo no início, você precisa montar seu grupo. Primeiro, escolhe seu gênero e raça (Exemplo: Elfo masculino), depois sua profissão (Exemplo: Lutador), depois sua afiliação (Exemplo: Caótico maligno) depois, um dos 30 rostos disponíveis para exibição, e finalmente, seu nome.

Após montar a equipe, o jogo começa exatamente no local onde houve o desmoronamento. O game tem visão do labirinto em 1ª pessoa, e o jogador controla tudo a partir de uma seta. Com ela, você "clica" em uma das 6 direções para se locomover, pode clicar em itens no cenário, ou acionar alavancas para abrir portoes.


Você também pode clicar no rosto de seus personagens para checar status, ou atacar um inimigo que surgir no caminho. Falando nisso, você pode pegar os itens que adquiriu e arremessar neles. Por exemplo, você pode pegar uma pedra no caminho e usá-la para atacar um monstro, e depois pegá-la de volta.

Caso algum de seus personagens esteja com pouca vida, ou afetado por alguma maldição, você pode descansar clicando no botão "Camp", mas tem um problema: Ao descansar, as horas se passam e seus personagens perdem a barra "Food" e acabam ficando com fome, o que pode fazer com que morram.

Prós: A mecânica do jogo é nova, diferente de outros RPGs comuns.

Contras: O labirinto é extremamente confuso... Várias vezes eu rodo e não saio do lugar.

Considerações finais: O jogo até que é interessante, mas necessita muita paciência para jogá-lo.

Curiosidade: Existe um episódio de "Caverna do Dragão" chamado "Eye Of The Beholder".


4 de fevereiro de 2010

Romancing SaGa 3


Ano de lançamento: 1995

Produtora: Square

Gênero: RPG

Romancing SaGa 3 é um RPG que nunca deu as caras por aqui, mas no Japão, o jogo vendeu mais de 1 milhão de cópias, sendo 600 mil só na primeira semana!

O que chama a atenção logo no início, é o fato de todos os personagens estarem envolvidos em uma única história, mas é você quem escolhe o protagonista. O jogo possui 8 protagonistas para você escolher, ou seja, para entender 100% da história será necessário terminar o game com todos, o que garante um bom replay.

O que diferencia esse de outros RPGs tradicionais é o fato de você evoluir "aos poucos". Por exemplo, ao acabar uma luta, o personagem pode ganhar mais HP, mais talento, ou mais força. Não há o sistema de evolução ao qual estamos acostumados.

 

Ao vencer uma batalha, o personagem recupera HP e MP automaticamente. Cada personagem começa no Nível 10. Quando ele morre em uma batalha, perde um nível. O legal é que você pode aprender novas técnicas durante as lutas.

Além dos ótimos gráficos e trilha sonora, o que mais me chamou atenção no RPG foi sua riqueza de detalhes. Os movimentos dos personagens e do cenário são tão detalhados que é impossível não admirar. Por exemplo, ao andar em locais com neve, tanto os personagens quanto os inimigos deixam rastros no caminho.

A única coisa que falta nesse jogo é uma tradução perfeita. A versão que encontrei possui todos os diálogos traduzidos, mas os menus são difíceis de ler.

Enfim, é um jogo praticamente obrigatório para os fãs de RPG. Não chega a ser tão genial quanto Chrono Trigger, mas com certeza vale a pena ser jogado. Nem que for só para admirar os gráficos e a trilha sonora.

 

Prós: Gráficos bem detalhados, ótima trilha sonora, boa jogabilidade e um alto replay.

Contras: Não tem contras, mas podia ter uma tradução 100%

Considerações finais: Um excelente RPG que não foi lançado por aqui. Com certeza vale a pena dar uma checada.


2 de junho de 2009

Final Fantasy Mystic Quest

Fabricante: Square
Gênero: RPG
Ano de lançamento: 1992

Final Fantasy Mystic Quest é um jogo de RPG que foi lançado primeiramente nos Estados Unidos. Uma característica marcante desse Final Fantasy, é que ele é bem mais fácil que os outros da série. É mais fácil porque esse jogo foi feito tendo em foco o público norte-americano, que na época não estava muito familiarizado com os jogos de RPG.

Pra você ter ideia, não existem as famosas "batalhas aleatórias", ou seja, você pode andar livremente por uma dungeon. Na verdade, existem monstros nas dungeons, mas eles ficam ali parados. Para batalhar com eles, você deve ir até eles e apertar o botão de ação, então você entrará numa batalha. É claro que em muitas situações estes monstros estão bloqueando as passagens, então não tem jeito de fugir da luta, hehe! Além disso, não existem "save points", você pode salvar em qualquer lugar do jogo. Você também não precisa se preocupar com equipamentos, nem com armas. Você irá pegá-los ao longo do jogo, e eles "se equipam automaticamente". Outra característica bem diferente das maiorias do RPG, é a sua movimentação no mapa principal. Você não tem liberdade para andar por onde quiser, pois para ir de uma cidade a outra, basta apertar para o lado, que o personagem "viaja" sozinho. É como em Super Mario World, quando você quer "ir para a próxima fase".


Mas tem uma inovação que ficou muito legal. É que você pode usar suas armas no meio das dungeons, para resolver alguns puzzles ("quebra-cabeças"). Por exemplo, pode usar seu machado para cortar árvores e liberar caminho, usar sua espada para apertar alguns botões nas paredes, arremessar bombas para abrir novas passagens, e por aí vai. Ah! E também dá para pular, hehe! Falando de um jeito mais "técnico", Final Fantasy Mystic Quest, mesmo sendo um RPG, tem elementos de jogos "ação-aventura".

Sobre a história do jogo, ela é bem simples. O mundo é dividido em 4 regiões bem distintas: Foresta, Aquaria, Fireburg e Windia. E em cada região tem um cristal que mantém a "natureza" dali em equilíbrio. São eles: cristal da terra, da água, do fogo e do vento. E no meio do mundo, existe uma torre, a "Focus Tower". Nela as pessoas se encontravam para se conhecer e tudo mais, deixando as suas diferenças de lado. Até que um dia alguns monstros roubaram os cristais, trazendo caos ao mundo. Mas existe uma profecia, que diz que um herói irá em busca dos cristais, exterminará todo o mal, e assim salvará o mundo. Agora adivinha quem é esse herói? Você, é claro! :D

Prós: os elementos "ação-aventura" são o ponto forte no jogo. Também tem alguns puzzles legais pra resolver.

Contras: a falta de mais diversidade nos equipamentos e itens.

<Considerações finais: é um jogo de RPG com gráficos simples, mas que tem características bem interessantes. Vale a pena dar uma conferida, nem que seja só pra conhecer o jogo!

28 de janeiro de 2009

The Lord of the Rings

Fabricante: Interplay
Gênero: RPG
Ano de Lançamento: 1994

Como todos sabem, The Lord OF The Rings, ou então O Senhor dos Anéis, é uma famosa história de J.R.R Tolkien. Além do enorme sucesso nos livros e games, o título foi parar nos cinemas e arrecadou um bom número de prêmios. Fora lançado muitos jogos da série para os diversos consoles existentes, e até para Super Nintendo. E como muitos pensavam, não é um Rom Hack. E isso é impressionante, não?

O enredo é basicamente o mesmo: A aventura começa em Shire, a terra dos Hobbits. O jogador controlará Frodo, que tem diversas quests para realizar. No decorrer do jogo, vão aparecendo mais desafios e outros personagens (Legolas, Gandalf e toda turma, menos o anão) da história vão se integrando na party. J.R.R Tolkien's The Lord of the Rings - Volume 1 conta basicamente o começo de tudo (uma pena não existir as continuações para SNES. Teve uma para Commodore 64, se não me engano).

A jogabilidade é classica dos RPGs da época: o personagem tem os atributos (aqui são poucos), carrega itens (espada e capa) e já começa com o Anel! Apesar de clássica, o gameplay do jogo é bem lento (o que fez o jogo parecer chato para mim). Tanto nos movimentos, golpes, menu, etc. O objetivo é explorar o mapa (eventos conforme a história) para encontrar itens para entregar para NPCs (personagens controlados pelo computador). E como todo bom jogo de RPG, ao adquirir experiência, o jogador irá ganhar atributos.

Com o Multitap, é possível jogar com até 4 jogadores (claro, se eles já tiverem avaliados!), o que certamente tranformaria a aventura muito mais divertida! Caso não tiver os 4 controles, os personagens serão controlados pela máquina!

Prós: Gráficos legais, trilha sonora muito boa!

Contras: O jogo é muito lento.

Considerações Finais: Eu não sou muito fã da série e nem de jogos de RPG. The Lord of the Rings é uma boa pedida para aqueles que curtem RPG e ainda por cima a história em si. Se tiver o multitap para jogar com os amigos, melhor ainda...

19 de novembro de 2008

Live-A-Live

Fabricante: Square
Gênero: RPG
Ano de lançamento: 1994

Eu, como tinha dito em um post anterior, não acreditava que encontraria mais de nada de "muito bom" para Super Nintendo. A final de contas, já tinha jogado mais de 500 jogos. Para mim, todos os clássicos já tinham sidos jogados pela minha pessoa. Me enganei, e feio.

Live-A-Live é um clássico para Super Nintendo! Daqueles que você fica jogando e nem ver o tempo passar. Só podia ser da Square mesmo... Pena que o jogo só foi lançado Oficialmente no Japão, mas, graças a uma dica pelo nosso Chat no MSN, acabei achando essa maravilha traduzido para o Inglês. Nada mal, uh?

Live-A-Live a princípio parece um pouco com Final Fantasy (V e VI). Porém, as semelhanças só aparecem depois, na jogabilidade e no sistema de batalha. O diferencial vemos no começo, quando você terá que escolher um personagem para começar a aventura. E ai que mora a diversão!

Cada personagem vive numa época diferente, que vai da pré-história até um futuro distante. Ao escolher um personagem, você receberá um tipo de missão, que não tem nada relacionado com as dos outros personagens. O jogo conta com oito capítulos: Contato, Herança, Ordens Secretas (A melhor na minha opinião), Peregrinação, O Mais Forte, Fluxo, Coração Mecânico e O Senhor dos Demônios.

O que mais me impressionou em Live-A-Live é que de certa forma, quando você joga com outro personagem, parece um jogo totalmente diferente, com uma história diferente, situações totalmente distintas e personagens novos. Entretanto, a única coisa que não muda é o sistema de batalha. Que é totalmente tático: você terá que se aproximar do inimigo, dentro do campo de batalha, para efetuar um movimento; afastar-se para evitar seu golpe.

Prós: Gráficos, jogabilidade.

Contras: A trilha sonora poderia ser melhor trabalhada...

Considerações Finais: Mais um excelente título para Super Nintendo. Um RPG memorável que merece cada minuto jogado. Realmente vale a pena!

10 de setembro de 2008

Front Mission

Fabricante: Square Gênero: RPG/Estratégia
Ano de Lançamento: 1995


Front Mission é realmente mais um título que mostra a genialidade desse pessoal da Square. Um jogo fantástico e inovador.
Front Mission se passa num cenário ligeiramente futurista, onde paises usam como unidades de defesa robôs chama
dos
Wanzers, e que são pilotados por habilidosos soldados, entre eles o personagem que você comanda: Lloyd. O jogo começa no prólogo, onde Lloyd e sua tropa é vítima de uma emboscada onde sua noiva, a também piloto Karen, é v
ítima da tropa inimiga e onde estoura a guerra. Lloyd abandona o exercito e se torna um piloto de Wanzer mercenário.


O sistema do jogo baseia-se no que, posteriormente, viria a ficar famoso pelo nome de Tactics. Grandes títulos beberam da fonte inovadora de Front Mission, um dos
pioneiros do gênero. Tactics consiste de um RPG de turnos, onde você se movimenta pelo tabuleiro e escol
he suas ações contra os
adversários, que também têm turnos para agirem.


As batalhas são emocionantes e realmente táticas, onde existem poucas missões em que você consegue derrotar os inimigos de primeira. Além da parte tática, você visita cidades e pode lutar numa arena, apostando dinheiro, além de visitar lojas de equipamentos e bares, onde encontra npcs que podem vir a se juntar à sua equipe.


Os gráficos de Front Mission são excelentes, assim como o enredo impressionante e a trilha sonora que completa essa grande obra da gigante dos RPGs.


Prós: Gráficos, enredo, diversão, trilha sonora, tudo!


Contras: N/A


Considerações Finais: Excelente e imperdível para os fãs da Square, de RPG e estratégia. O original é japonês, mas contamos com uma tradução perfeita para o português, que tornou o jogo ainda mais interessante.

5 de setembro de 2008

Captain Tsubasa V - Hasha no Shougou Canpione

Fabricante: Tecmo
Gênero: Futebol/RPG
Ano de Lançamento: 1994

Retratando a saga de Oliver Tsubasa, o jogador de futebol do anime Captain Tsubasa, famoso no brasil como Super Campeões clássico da rede Manchete, a Tecmo fez um excelente trabalho com criatividade e inovação.
Pode parecer estranho para muitos, mas a linha de jogos Captain Tsubasa se tratam de RPG's futebolísticos.

Em Captain Tsubasa V, o jogo segue linearmente a estória do anime, onde em meio aos jogadores coadjuvantes figuram os personagens do anime, com suas habilidades especiais e chutes incríveis. A primeira partida do jogo você comanda o São Paulo contra o Paysandú.

O jogo apresenta a clássica visão superior do campo, porém quando dois ou mais jogadores dividem uma jogada, aparece um menu de opções onde você faz sua escolha de movimento, seja passe, carrinho, chute, marcação ou ataques especiais. Algumas cenas do anime ilustram partes especiais como gols, escanteios, eventos únicos e tudo mais.

Apesar do que possa parecer, as partidas em Captain Tsubasa são emocionantes e garanto, tanto aos fãs de RPG
quanto aos fãs de Futebol, uma grande diversão e um alto fator viciante.

Uma ótima tradução em português foi feita neste jogo, o que possibilitou aproveitar mais o game, pois em japonês fica complicado usar as opções coerentemente.


Prós: Inovador, divertido e viciante.

Contras: Muitos podem achar o jogo meio demorado e parado, o que no entanto, para mim não atrapalhou a diversão.

Considerações Finais: Um ótimo jogo, bem divertido e diferente e conta com uma tradução bem feita que possibilita total aproveitamento do jogo.


4 de setembro de 2008

Shadowrun

Fabricante: Data East Corporation / Beam Software Pty., Ltd.
Gênero: RPG
Lançamento: 1993

A versão de "Shadowrun" para SNES apareceu mais cedo do que a para o "Genesis I", e é um jogo completamente diferente, com outra história e jogabilidade. Seu herói, Jake, é atacado por assassinos, e parece estar morto. No entanto, um misterioso cão se aproxima de seu corpo inconciente, esse cão se transforma em uma mulher e lança um feitiço sobre Jake ... Depois disso, Jake acorda num necrotério. Ele não sabe o que aconteceu com ele, ele nem consegue se lembrar do seu próprio nome. Passeando por meio da cidade futurista, onde monotrilhos, computadores, gangues de rua armados com armas automáticas, co-existem com "orcs", "anões" e "vampiros", é aí que você começa a descobrir o mistério e descobre os perigos que o aguardam por todos os lados.

"Shadowrun" para SNES é baseado em um Skill-RPG de combate em tempo real. Você pode contratar "Deckers"(navio com vários conveses), para deixar alguns amigos, mas o foco principal da jogabilidade está em Jake usar suas habilidades e competências. Não há batalhas aleatórias, mas há muitas telas com inimigos repetidos(que já foram mortos), onde você pode ganhar pontos e experiência para melhorar suas habilidades. Os pontos de experiência são chamados de "karma" neste jogo. Você precisa ganhar "karma" para aumentar seu nível e habilidades. Você também vai poder comprar as habilidades das pessoas. As habilidades incluem armas de fogo, computadores, negociação, liderança, e muitos outros. Você também pode usar os pontos ganhos de "karma" para aumentar estatísticas básicas como os "hit points" ou "carisma".

Prós: Boa História, bons gráficos e trilha sonora.

Contras: N/A.

Considerações finais: Shadowrun é um jogo que mistura RPG com ação, mas de um jeito diferente, aqui a história se passa num futuro em que pessoas, monstros e outras criaturas co-existem. Um RPG alternativo!

18 de agosto de 2008

Secret of the Stars

Fabricante: Tecmo, Ltd.
Gênero: RPG
Ano de lançamento: 1993

Secret of the Stars ou "Aqutallion" no Japão. Você é um jovem garoto chamado "Ray", que vive em uma casa com seu pai num pequeno país dentro de uma ilha. Mas ele não pode aproveitar sua vida por muito tempo. É dito a "Ray" sobre um feiticeiro maligno chamado "Homncruise", que planeja conquistar o mundo.Derrotar "Homncruise" não será fácil: primeiro "Ray" precisa encontrar a crista mágica de seu falecido pai, e montar uma poderosa equipe de heróis lendários, chamados "Aquitallion". Somente você junto a eles estão a altura de enfrentar "Homncruise" e salvar o mundo.

Nesse jogo, você anda ao redor do mapa do mundo, visitando cidades, reinos, derrotando monstros baseado em turno de combate visto na perpectivo de primeira pessoa, bem parecido com a série "Dragon Quest". Você terá dois grupos a sua disposição e poderá escolher entre eles a qualquer hora. O primeiro grupo é "Aquitallion", o principal e é o único cujo pode acessar as áreas mais importantes do jogo. Os outros podem ser usados para visitar reinos e recuperar itens valiosos. Num determinado ponto do jogo, você também poderá construir e gerenciar sua própria cidade.

Prós: Possui uma boa história.

Contras: N/A.

Considerações finais: É um RPG bem parecido com "Dragon Quest", que conta com uma história na era medieval, as técnicas são escolhidas num menu na tela e as lutas são vistas em primeira pessoa.

12 de agosto de 2008

BS Dynami Tracer

Fabricante: Square
Gênero: RPG / Aventura
Ano de lançamento: 1996

"Dynami Tracer" é um jogo feito para o sistema "Satellaview" que mistura diversos elementos num só, você escolhe dentre 6 personagens, e cada um deles possui uma nave espacial diferente, você disputa com eles para ver quem consegue ganhar mais pontos até a rodada final, no entanto, para ganhar pontos, vocêdeve parar nos planetas e descobrir seus segredos e procurar por soluções, algumas vezes participar de um pequeno mini-game para vencer, nada tão difícil, porém divertido.
No começo, você escolhe o planeta pressionado "A", e dentro dele, pressionado "A" novamente, você desce de sua nave a anda livremente por ele, parando em cada esquina, agora para entrar em um local, basta pressionar "A" novamente. Dentro do local você deve conversar com as pessoas e descobrir mais sobre o local. Para mudar de planeta, basta sair do local, retornado assim para o planeta e agora pressionado "para cima", você tem a visão do espaço e os demais planetas.




Prós: Excelentes gráficos e trilha sonora.

Contras: Ser curto.

Considerações finais: Um jogo diferente, obra prima da Square, diferente dos RPGs tradicionais, que conta com ótima trilha sonora e os gráficos usam a engine "Mode 7".

8 de agosto de 2008

BS Radical Dreamers

Fabricante: Square
Gênero: RPG baseado em Texto
Ano de lançamento: 1996

"Radical Dramers" é a uma estranha sequência de "Chrono Trigger" somente lançada no Japão, não lançado em cartucho, mas para o sistema "Satellaview", é basicamente uma série baseada em história, contendo traços entre "Chrono Trigger" e "Chrono Cross".
Diferentemente dos jogos de RPG da "Square", "Radical Dreamers" é um RPG baseado em textos, você develer as páginas na tela e escolher entre as opções que lhe são dadas, escolhas essas que afetam o seu progresso pelo jogo, ambos o menu e as batalhas são feitas desse jeito.
Mas o jogo não é só baseado em texto, também conta com belos gráficos e uma boa trilha sonora que só a "Square" sabe fazer!

Prós: Bons gráficos e trilha sonora.

Contras: O jogo pode tornar-se chato por ser muito parado.

Considerações finais: É um RPG num estilo bem diferente do que estamos acostumados, mas torna-se muito interessante e estratégica, emfim uma novidade para os fãns de "Chrono Trigger" e Chrono Cross, visto que a história do jogo tem traços com esses jogos. Como o jogo foi lançado apenas em japonês, trago aqui uma versão traduzida em Inglês.

13 de junho de 2008

Illusion of Gaia

Fabricante: Quintet
Gênero: RPG / Ação
Ano de lançamento: 1994

Considerado por muitos uma continuação de Soul Blazer (Soul Blazer, illusion of Gaia e Terranigma), esse jogaço publicado pela Enix no Japão e pela Nintendo pelo mundo a fora, fora considerado pela revista Nintendo Power o 186º melhor game no top 200 da Nintendo.

A história do jogo se passa quando Will regressa de uma jornada que fizera com seu pai atrás dos segredos da Torre de Babel mas eles tiveram um misterioso desastre. Will chegou misteriosamente em casa, mas não se lembra como. Em cima da escola, há um portal onde o jogador encontrará Gaia, que diz para Will que ele tem como missão salvar o mundo das forças do mal. Will sai em busca da Princesa Kara em seu castelo, a partir disso começa toda a aventura.

Illusion of Gaia tem a mesma jogabilidade de Terranigma e de Soul Blazer, talvez seja por isso as "denuncias" de trilogia feita pelos fãs. No jogo, Will tem o poder de transforma-se em outros personagens, cada qual com suas respectivas habilidades especiais. Um deles é o Dark Knight Freedan. O jogo em si é muito bom, gráficos incríveis e uma trilha sonora que competiria com Chrono Trigger. O jogo também faz muitas relações com paisagens reais e fatos históricos, tais como: Nazca, A grande muralha da China, a Torre de Babel, etc.

Prós: Jogabilidade, gráficos, trilha sonora, enredo.

Contras: Em algumas partes o jogador terá de usar bem a cabeça (não que isso seja um contra).

Considerações finais: Mais um jogaço de RPG para Super Nintendo para ninguém botar defeito. O legal desse jogo também é que nele também é possível tocar sons, algo parecido com o jogo The legend of Zelda: A Link to the past...

5 de junho de 2008

Dragon Quest VI - Maboroshi no Daichi

Fabricante: Enix Corporation / Heart Beat
Gênero: RPG
Ano de lançamento: 1995

Você e dois de seus amigos decidem atacar seu maior inimigo, o demônio "Mudo" em seu castelo. Mas ao alcançar seu trono, ele te ataca e envia você e seus amigos para três lugares diferentes...

Foi apenas um sonho? Você acabou de cair fora de sua cama euanquanto estava sonhando! É hora de ir para a aldeia mais velha, para ganhar uma missão aparentemente simples, vender alguns produtos em um bazar na cidade mais próxima. Mas logo o herói vai descobrir que seu sonho não está tão longe de ser real...

"Dragon Quest VI" é o último jogo da série Dragon Quest (chamado de "Dragon Warrior" nos EUA) para SNES. É um jogo de RPG baseados em combate por turnos e as batalhas são vistas em 1ª pessoa. Não há grandes alterações desde as versões lançadas para "NES", o estilo de jogabilidade, tema e até mesmo menu de introdução e layout parecem quase idênticos aos do início dos clássicos. Assim como seu antecessor "Dragon Quest V", esse jogo só foi lançado no Japão.

Prós: Boa história e diversão, o jogador pode mudar a história do jogo no decorrer da aventura tornando assim o final diferente. Nessa versão os gráficos estão um pouco melhorados.

Contras: Os gráficos não são tão bons assim.

Considerações finais: Sendo um dos jogos mais vendidos do SNES com 3.2 milhões de cópias, e o mais interessante, lançado apenas no "japão", a útima versão deste clássico do RPG para SNES, apesar de não ter sido lançado em outros países, aproveite a chance de jogar o jogo em inglês.

Dragon Quest V: Tenkuu no Hanayome

Fabricante: Enix Corporation / Chunsoft
Gênero: RPG
Ano de lançamento: 1995

Você é o filho de um valente guerreiro, "Lord Papas". Cujo sua mãe morreu logo após dar à luz a você, seu pai o levou em uma longa viagem quando você ainda era um bebê, todos sabem que ele estava procurando por alguma coisa. Agora você já tem seis anos de idade, e "Lord Papas" retorna com você a sua aldeia. Depois de algum tempo, você descobre que sua alteza, "Prince Henry", foi seqüestrado por bandidos. Seu pai tenta resgatá-lo e diante dessa ação, você descobre que sua mãe ainda está viva... O jogo segue a história de pai e filho, esta história foi preservada ao longo dos anos, como o herói que cresce e se torna um homem de coragem e virtude. Durante o jogo, o herói vai descobrir a verdade sobre sua mãe e vai ter de tomar algumas decisões cruciais, como "com qual garota deverá se casar" (as decisões afetam o curso do jogo e seu final).

"Dragon Quest V" é um RPG baseado em combate de turnos, as batalhas são vistas em 1ª pessoa, tal como todos os seus antecessores. Seu partido roams sobre o mundo, lutando com inimigos aleatórios, criando outras jornadas e derrotando chefes. Para cada decisão que você toma, há um desfecho diferente no jogo, no qual pode mudar toda sua história.

"Dragon Quest V" foi lançado apenas no Japão.

Prós: Boa história e diversão, o jogador pode mudar a história do jogo no decorrer da aventura tornando assim o final diferente.

Contras: Os gráficos não são tão bons assim.

Considerações finais: Sendo um dos mais vendidos do SNES com 2.8 milhões de cópias, e o mais interessante, lançado apenas no "japão", a continuação de um clássico do RPG no SNES, apesar de não ter sido lançado em outros países, aproveite a chance de jogar o jogo em inglês com esta fantástica tradução feita pleo grupo "Dejap".

3 de junho de 2008

Dragon View

Fabricante: Atari Europe S.A.S.U.
Gênero: RPG / Ação
Ano de lançamento: 1994

Dragon View, também conhecido como Drakkhen II ou Super Drakkhen, é um jogo de RPG/Ação. Diferenciado de todos os jogos do gênero lançados para SNES, Dragon View tem uma jogabilidade totalmente incomum para jogos de RPG. Um clássico.

A história é aquele famoso clichê da época: Uma bela donzela foi sequestrada por um mago louco e vingativo. O protagonista, Alex, terá que salvar a jovem moça para trazer de volta a paz para o mundo. Não que essa seja a história, mas é algo bem parecido, hehe. A jogabilidade de DragonView é algo único nos jogos para Super Nintendo. O personagem é visto de lado (iguais aos jogos de plataforma) e seus movimentos são totalmente "livres". Tirando isso, Dragon View tem todos os elementos dos jogos de RPG clássico: Experiência ao derrotar um inimigo, leveis
na espada, itens mágicos, etc.

Mas o estilo de batalha é o que diferencia Dragon View dos demais jogos: o estilo de batalha é totalmente livre. O jogador tem total controle sobre Alex nas batalhas, podendo controla-lo livremente pelo campo; esquivar-se dos ataques, atacar e recuar quando quiser.

O mapa do jogo tem um sistema que dá impressão que é em 3D. Na hora de caminhar para mudar de cidade você verá isso. Uma coisa que acho muito boa nesse jogo é que você pode esquivar-se das batalhas e não aquela coisa chata de dar 3 passos e logo entrar numa luta. Em Dragon View você saberá que uma batalha o espera quando ver uma espécie de nuvem branca pelo caminho. Uma pena o jogo ser em inglês, pois os diálogos dos personagens são uma espécie de narrativa; como se alguém tivesse contando alguma historia.

Prós: A jogabilidade em geral e o sistema de batalha.

Contras: O jogador terá que ser muito habilidoso para não ser derrotado facilmente. Tem inimigos que poderão te matar apenas com 2 hits. Isso no inicio do jogo...

Considerações finais: Um ótimo jogo de RPG para Super Nintendo. Um jogo que mistura elementos clássicos de RPG com elementos inovadores. Uma ótima pedida para aqueles que gostam de um bom jogo de RPG.

19 de maio de 2008

Dragon Quest I & II

Fabricante: Enix
Gênero: RPG
Ano de lançamento: 1993

Esse foi um lançamento 2 em 1, contendo tanto o original "Dragon Quest I" e o "Dragon Quest II", RPGs lançados inicialmente para o "NES" e "GameBoy".

A "Enix" melhorou esses dois velhos clássicos, tornando-os um pouco mais atraentes. Os gráficos e som foram remodelados para utilizar as novas funcionalidades do SNES.
Houve também muitas atualizações de jogo que foram feitas, como itens escondidos em móveis e objetos como vasos. Foram colocados, também, outros elementos, tal como foram apresentados em "Dragon Quest IV".

Em "Dragon Quest I", a "Flame Sword" agora pode ser usado como um item, e grandes monstros como o "Golem" e "Green Dragon", agora seguram a princesa e foram feitos mais difíceis de se derrotar.
A atualização mais interessante está em "Dragon Quest II", se você ataca ou se você lança um feitiço em um monstro e um de seus amigos derrota a criatura, seus esforços não serão desperdiçados, esse próximo ataque será dirigido a um dos outros monstros que estão sendo confrontados.

Prós: Gráficos e sons medianos.

Contras: N/A.

Considerações finais: Remake de um clássico do "NES", "Dragon Quest", encare novamente essa aventura com gráficos e sons melhorados e com algumas novidades bem interessantes.

12 de maio de 2008

BS The Legend of Zelda

Fabricante: Nintendo / ST. Giga
Gênero: RPG
Ano de lançamento: 1995

Este jogo jamais foi lançado em cartucho, trata-se de um dos jogos baixados via modem "Satellaview" no Japão, onde era possível jogar on line com 4 jogadores ao mesmo tempo. O mapa do jogo é quase idêntico ao do "Zelda" para "NES", apenas com gráficos melhorados entre outros detalhes. Realmente uma raridade! O enredo é o mesmo, você deve salvar a princesa "Zelda" que foi sequestrada.


BS Zelda

Essa ROM emula o jogo igual ao original até o que foi conseguido emular até agora, mais patchs futuramente serão lançados!
O jogo tem um relógio interno que dura 57 minutos, se você não terminar o jogo até lá, o jogo acaba!



The Legend of Zelda - Third Quest

Esta rom é quase igual a anterior, só que agora você pode jogar sem limite de tempo e com personagens clássicos e símbolos da "Triforce".
Recomenda-se jogar esta versão primeiro por não ter limite de tempo.





Link Version

Essa versão permite você jogar como "Link" e uma espada e escudo mais atualizados da útlima versão que foi feita pela Nintendo.
Essa versão não é recomendada a não ser que você queira começar do tempo 00, você terá 7 minutos para cada semana no jogo, mas não é sincronizado.
O jogo é sem limite de tempo, mas se você falhar na missão, você fica voltando no jogo uma semana antes.




Real BS Zelda Hardware ROM

Este projeto destina-se a jogar "BS Zelda" em hardware real para evitar alguns problemas.
Não há limite de tempo e não volta uma semana atrás.
Esta versão é sincronizada com a "Triforce".
Esta versão é a mais indicada.



Prós: Uma raridade, gráficos medianos que lembram a versão antiga.

Contras: O jogo é curto e difícil.

Considerações finais: Este jogo jamais foi lançado em cartucho, esse só Japonês viu e jogou, eis aqui sua chance de jogar esta raridade pela primeira vez!